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quinta-feira, 20 de maio de 2010

Em livro, professor ensina a compreender literatura nas entrelinhas

Professor americano ensina a ler literatura sob novo ponto de 
vista
Tipos de personagens, ritmos de enredo e composição de capítulos são analisados por Thomas C. Foster em "Para Ler Literatura como um Professor", lançado neste mês pela editora Lua de Papel. O livro mostra como interpretar os diferentes pontos de vista que compõem as histórias literárias.

Professor americano ensina a ler literatura sob novo ponto de vista
A partir das obras literárias, o professor de ficção contemporânea, drama e poesia da Universidade de Michigan (EUA) esclarece as simbologias dos personagens, dos objetos e de suas respectivas atitudes. O autor esmiúça as ações que compõem as entrelinhas de cada narrativa.
O livro mostra ao leitor como ele deve treinar a "linguagem de leitura", para que aproveite ao máximo os códigos e os padrões dos textos. Na abertura de cada capítulo, Foster introduz e contextualiza os autores que serão citados.
Foster afirma que os literatos aprendem a absorver os detalhes de primeiro plano somente. Para isso, o professor recomenda muita leitura e revela segredos para os interessados se aprofundarem na análise dos textos.
Tendo como exemplo a moda do "vampilirismo", o autor se utiliza do enredo das principais obras sobre o tema para demonstrar que o vampirismo não trata somente de vampiros, mas de temas como egoísmo, luxúria, dentre outros tabus sociais.
Para Foster, fantasmas e vampiros nunca são apenas fantasmas e vampiros. 

Romance explora os relacionamentos femininos em três gerações de uma família

Será que o luto pode durar uma vida inteira? Essa é a pergunta que Carrie tenta responder depois da morte repentina do marido em "Trio de Vênus". Ela vive luto e culpa em dobro: lamenta a perda do cônjuge tanto quanto o fim do amor - desgaste emocional ocorrido muito antes de o coração dele se exaurir.
Lutando para seguir em frente, tendo que sustentar financeira e emocionalmente a filha de quinze anos, uma menina adorável e cheia de vida, Carrie, aos poucos, vai se livrando da tristeza e da depressão para começar uma vida nova. O principal problema, porém, é a mãe, Dana, uma mulher determinada e esnobe, que procura proporcionar o melhor à neta. Pelo menos na opinião dela.
Com essas histórias, Patricia Gaffney explora as dicotomias inerentes a todos os relacionamentos femininos - lágrimas e risos, desespero e esperança, incompreensão e compaixão, raiva e amor. Sentimentos que dividem e unem ao mesmo tempo. Inteligente, emocionante e desconcertantemente real, Trio de Vênus oferece às mulheres de todas as idades um conhecimento mais profundo de si mesmas, dos outros e da magia perturbadora, mas fortificante, que é a vida. 

Livro traz a mais célebre peça de Arthur Miller e outras quatro histórias

As 462 páginas de "A Morte de um Caixeiro-Viajante e Outras Quatro Peças", livro lançado pela Companhia das Letras, traz o melhor da produção dramatúrgica de Arthur Miller (1915-2005), a começar pela peça que empresta o título à obra. "A Morte de um Caixeiro-Viajante" é uma das mais famosas escritas nos Estados Unidos, e encenada exaustivamente em todo o mundo.
Em sua obra-prima, Miller examina o otimismo capitalista e o jogo de aparências característicos do chamado "sonho americano". A peça narra a história de Willy Loman, vendedor que, após 34 anos na mesma empresa, não consegue mais vender nenhuma de suas quinquilharias.
Sem dinheiro para sustentar a família e pagar a hipoteca de sua casa, recorre a amigos, mas percebe que já não vale tanto se não consegue vender.
Encenada pela primeira vez em 1949, a peça mantém sua atualidade, neste momento em que se questionam os efeitos do capitalismo sobre a identidade dos indivíduos.
Embora menos conhecidas, as outras peças da coletânea --"O Homem de Sorte" (1943), "Todos Eram Meus Filhos" (1947), "As Bruxas de Salém" (1952) e "Um Panorama Visto da Ponte" (1955) -- ocupam posição de destaque na obra de Miller. 

Autor ganha importante prêmio literário 40 anos após publicação de obra

O escritor anglo-irlandês JG Farrell obteve hoje o prêmio póstumo Lost Man Booker Prize, uma edição extraordinária do prestigioso prêmio literário.
A premiação reconhece o melhor livro de 1970, quando mudanças no processo de seleção desviaram o Man Booker das obras merecedoras.
Farrell, que morreu em 1979 aos 44 anos, nasceu em Liverpool (Inglaterra) filho de pais irlandeses, e já em vida recebeu um prêmio Booker, em 1973, por "The siege of Krishnapur. Esta obra é a segunda parte de sua trilogia Empire, da qual "Troubles", ambientada na Irlanda de 1919, é o primeiro.
O diretor literário dos prêmios, Ian Trewin, ressaltou que "Troubles" é um livro de tamanha qualidade que não deixou de ser editado mesmo 40 anos após sua publicação". 

Escritor israelense Amós Oz ganha prêmio na Feira Internacional do Livro, em Turim

Na última segunda-feira (17), o escritor israelense Amós Oz --considerado um dos grandes nomes da literatura israelense-- ganhou o Prêmio dos Leitores, na Feira Internacional do Livro, em Turim, na Itália. A condecoração furou o boicote que um grupo de intelectuais italianos havia organizado contra os autores israelenses que participaram do encontro. 
A escolha de Oz foi realizada por editores e por 300 mil visitantes. O escritor concorreu com o mexicano Carlos Fuentes e o norte-americano Paul Auster. Segundo os organizadores da Feira, venceu o autor que tinha a capacidade de transformar a literatura em instrumento vital de conhecimento.
Nascido em Jerusalém em 1939, Oz é filho de família judia que escapou da cidade antes da Segunda Guerra Mundial. Ele transpõe sua história no livro "De Amor e Trevas", no qual descreve a vida no exílio e mostra como o antissemitismo e o sionismo levaram seus parentes de volta à Palestina. Oz é defensor da paz entre palestinos e israelenses.

Há 70 anos os primeiros prisioneiros chegaram a Auschwitz

Localizado ao sul da Polônia, Auschwitz é o campo de concentração mais famoso da história. O número de mortos e torturados na prisão permanece obscuro, mas estima-se que mais de um milhão de pessoas foram assassinadas no local.
No dia 20 de maio de 1940 chegaram os primeiros prisioneiros. Judeus, ciganos e outros oponentes de Hitler vieram de toda a Europa e encheram rapidamente suas celas.
A filósofa contemporânea Hannah Arendt analisou os desdobramentos dos horreres ocorridos nos campos de concentração, descobrindo a "banalidade do mal". O resultado se encontra em "Eichmann em Jerusalém" (Companhia das Letras, 1999).
O livro "A Segunda Guerra Mundial: História e Estratégias" (Editora Contexto, 2010), escrito pelo historiador francês Philippe Masson (1928 - 2005), apresenta uma completa cronologia das batalhas e acordos. Além de uma análise sobre as características estratégicas, logísticas, econômicas e humanas. 

O lançamento no Rio do livro 'Os 11 maiores volantes do futebol brasileiro'


A noite desta quarta-feira foi de festa em uma livraria da Zona Sul do Rio de Janeiro. O "EE de Bolsa", com a repórter do Globoesporte.com Clícia Oliveira, prestigiou o lançamento do livro "Os 11 maiores volantes do futebol brasileiro", de Sidney Garambone, editor-chefe do "Esporte Espetacular". Entre os craques que tiveram suas histórias contadas, Andrade, Falcão, Dino Sani, Toninho Cerezo, Dunga... Mas para saber o nome de todos eles, só comprando o livro.
Em meio a autógrafos e cumprimentos, Garambone conversou um pouquinho com o "EE de Bolsa", contou quem seria o seu volante preferido entre os 11 escolhidos para o livro e falou um pouco sobre a presença de Dunga na lista.
O preferido entre os 11
- Eu fico entre o Dino Sani e o Falcão. Mas aí o coração vai pender para o Falcão porque eu vi jogando. Se você pesquisa na internet é impressionante. Ele desarmava, fazia gol, passava de tudo quanto é jeito. Ele é chamado o volante completo. Até brinco que ele é o Pelé dos volantes - revelou.
Dunga na lista: polêmica?
- No Garamblog, meu blog no Globoesporte.com, eu perguntei se os internautas colocariam o Dunga em seus livros. Por incrível que pareça, 70% disse que ele teria que estar. De todos os volantes do livro, o único que levantou uma taça de campeão do mundo foi o Dunga. Na era moderna não tem como, temos que respeitá-lo - finalizou.